quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ela é demais pra mim

Ri muito e me apaixonei de novo. Só de lembrar o filme já dá uma vontade gostosa de rir, apesar de não ser uma produção nos moldes das grandes comédias “besteiróis americanos”. O filme é cômico por tratar de um absurdo que é idealizado no cenário masculino. Um homem adulto que trabalha em um emprego subalterno num aeroporto é o escolhido pela incrível coincidência do amor para ser a paixão de uma mulher nota 10. Todos os “jugos desiguais“ desse romance inusitado dão o tom da trama, que tem uma trilha sonora que inspira muito romance e uma vontade inacreditável de acreditar nos amores improváveis.

Por: Lucas Ferreira

Homem de ferro 2

Decepção. Não existe palavra melhor para definir meu sentimento presente logo que os créditos subiam na tela da minha televisão. Demorei bastante para assistir um filme que era a minha maior expectativa hollywoodiana dos últimos tempos. Acredito que minha decepção com esse filme não foi da expectativa acumulada pelo tempo de espera e sim da fraca história e das forçadas cenas de ação, de maiorias pouco inspiradoras. O meu destaque e indignação ficam para a participação da atriz Scarlett Johansson no filme. Sem dúvidas a melhor cena do filme foi a cena de luta da Scarlett contra um batalhão de seguranças já mais para o final do filme e o descontentamento fica por parte do roteiro que utilizou de maneira “miserável” a atriz. Homem de ferro 2 me lembrou bastante outro filme muito criticado por ter uma história fraca e investimentos exagerados nas cenas de ficção e ação, sim estou falando de “Transformers”, um filme que soube pelo menos aproveitar o que tinha de melhor, a Megan Fox. Faltou para o Homem de ferro 2 despertar no seu telespectador jovem ou não, aquela vontade de levantar do sofá e fazer e ser e parecer o herói que acaba de ser idealizado na telona. Faltou a essência de um filme de super-herói, a essência que nos faz querermos ser como eles.

Por: Lucas Ferreira